A Comunidade Nin-Jitsu surgiu em 1995, resultado de uma brincadeira de amigos que começaram a compor falando da sua própria galera, brincando com suas próprias gírias e misturando os estilos de música que mais gostavam: rock, funk, hiphop, hardrock e electro.
A primeira música, "Detetive", foi composta em clima de piada entre amigos e teve sucesso imediato. A banda decidiu levar a sério a suposta brincadeira e gravar um CD demo paras as rádios gaúchas. A demo ficou pronta em um mês e as rádios realmente começaram a tocar Comunidade Nin-Jitsu. A inovação na sonoridade, que misturava as principais vertentes da black music com batidas eletrônicas e guitarras de rock pesado, surpreenderam e o conteúdo criativo e irônico das letras conquistou de vez o público. Com o sucesso de "Detetive", a banda chamou os amigos Cristiano Trein e Cristiano Zanella para fazerem o um clip. Resultado: Clip de ouro no MTV Video Music Brasil (VMB) 97 na categoria melhor demo-clip para a música "Detetive". Depois disso, a banda entra de vez no circuito de shows e chama o admirador Edu K (vocalista do DeFalla) para produzir o primeiro CD.
No fim de 1998, após uma turnê pelo subúrbio do Rio de Janeiro, o álbum "Broncas Legais" é lançado. O estilo inovador do álbum trazia batidas de Miami Bass e guitarras Hard Rock, de onde nasceram hits como "Melô do Analfabeto", "Rap do Trago", “Merda de Bar”, "Quero te Levar", além da já conhecida e premiada "Detetive". Esses hits tomaram conta das rádios e da cabeça da galera. A turnê "Broncas Legais" seguiu fazendo arrastões sonoros até meados de 2000 e a Comunidade Nin-Jitsu ia conquistando cada vez mais a galera, formando público fiel e lotando shows nas cidades por onde passava. A banda abriu espaço para shows de bandas de músicas próprias onde o pessoal dos anos 80 já havia morrido e o "cover" e a falta de criatividade reinavam.
Em 2001, veio o segundo disco: “Maicou Douglas Syndrome”. Produzido por Dudu Marote e lançado nacionalmente pela Sony Music, o CD apresentou músicas como “Cowboy”, “Arrastão do Amor”, “Patife”, “Fazê a Cabeça” e o clássico “Ah! Eu tô sem Erva” que desbancou os "Top 20`s Jabazeiros" com pedidos de fâs fiéis e que virou grito de guerra nos shows. É durante este ano que a banda consolida sua posição no mercado do sul do país e começa a se destacar no cenário nacional. Foi a única banda gaúcha a tocar no Free Jazz Project no Rio De Janeiro, além de shows em SP, SC e PR.
No ano de 2002 a banda dá continuidade a “Maicou Douglas Tour”, realizando diversos shows e sendo destaque no festival “Porão do Rock” (Brasília) tocando para mais de 80.000 pessoas, arrancando elogios da crítica e do público presente ao evento. Em agosto, a banda faturou seu segundo clip de ouro, no VMB, vencendo a categoria “melhor website de banda / artista”. O ano fecha com chave de ouro com a banda fazendo a abertura do histórico show do Red Hot Chili Peppers em Porto Alegre: "Sinceramente, sem conversa furada, mas vocês são um das melhores bandas que vi como "support band" do Chili Peppers no mundo." Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) - 14/10/2002.
2003 é o ano de lançamento do terceiro disco: "Aproveite Agora". Produzido por Rafael Ramos (responsável por trabalhos com Pitty, Raimundos, Autoramas e Ultraje a Rigor) o CD é lançado pela Orbeat Music. Nesse trabalho, a banda conseguiu passar toda a energia do show ao vivo (seu melhor cartão de visitas) e teve o conteúdo das letras altamente influenciado pelas histórias de estrada e situações vividas pela banda. Deixando um pouco de lado as batidas eletrônicas, dando mais espaço pras influências de rock florescerem, o álbum trouxe hits como “Aperitivado”, “Carburou”, “Fubanga” e “Me Faz Bem”, que mantiveram a banda entre as tops do rádio e com agenda lotada de shows.
O ano de 2005 começou com o tema da "Casa do Sol", que tocou muito nas rádios e caiu na boca da geral durante o verão, e terminou com o lançamento do quarto disco, intitulado "Comunidade no Baile". Esse trabalho reúne hits do quarteto readaptados para a linguagem funkeira mais roots. Explicando melhor: em quartos de hotéis e estúdios caseiros, o grupo regravou 12 faixas extraídas dos discos anteriores acentuando o lado dançante de cada composição nas mixagens. Mas além dessa revisão no repertório, entraram também inéditas. Uma delas é “Martiny”, que foi a primeira música desse disco a tocar nas rádios e tem a participação da bateria da escola de samba Estado Maior da Restinga, vencedora do Carnaval porto-alegrense 2005.
A formação inicial da Comunidade Nin-Jitsu é Mano Changes (voz), Fredi Endres (guitarra, backings e programações), Nando Endres (baixo e backings) e Pancho (bateria). A banda chegou a ter um tecladista (Sid Kavaña), mas logo após o lançamento do segundo disco os Ninjas voltaram a ser um quarteto. Porém, em 2006 Pancho deixou as baquetas da banda pra se dedicar a outros trabalhos e em seu lugar assume o baterista Claudio Calcanhotto.
A banda entrou o ano de 2006 com a turnê "Comunidade no Baile" que já passou por diversas cidades do sul do país levantando o público em shows sempre lotados. Destaque para o Planeta Atlântida/SC e no Planeta Atlântida/RS onde a banda fechou com chave de ouro a primeira noite em ambas edições. O grande sucesso se confirmou no dia seguinte em enquetes realizadas no site do evento que colocavam os Ninjas em primeiro lugar (SC) e segundo lugar (RS) na opinião do público que votou para escolher os melhores shows. A Comunidade Nin-Jitsu brilhou também em grandes eventos musicais do primeiro semestre de 2006 como a Festa de 9 anos da rádio PopRock de Porto Alegre e na segunda edição do Cidade Elétrica, ao lado de nomes de destaque do cenário musical brasileiro. O show "Comunidade no Baile" apresenta no repertório sucessos de toda carreira da banda, incluindo a nova música "Sacanagem" que foi lançada em Maio de 2006 e já conta com o novo baterista Claudio Calcanhotto. "Sacanagem" na primeira semana de lançamento entrou na programação das rádios do sul do país.
Em 2008 com novo álbum do grupo gaúcho Comunidade Nin-Jitsu, batizado de “Atividade na Laje” e traz 13 músicas, inclusive “Sem Vacilar”, que já está sendo tocada em várias rádios.
“Atividade na Laje” é o sexto álbum do grupo e traz nas músicas a mesma mistura das guitarras do Rock com batidas eletrônicas e de Funk, como pode ser conferido em “Chuva nas Calcinha”.
Hoje, o quarteto mantém uma agenda intensa de shows.
A banda também possui um programa numa das principais rádios de rock de Porto Alegre (Ipanema FM).
1. Sem Vacilar
2. Ela Tá Pagando Mico
3. Chuva nas Calcinha
4. Atividade na Laje
5. Mais Pressão
6. Funkstein
7. Usa Abusa
8. Minha Mulher
9. Funk da Paz
10.Funk Filosofal
11.Barraco Armado
12.Tecla Sap
13.Tá Demais
Comunidade no Baile
Ano de lançamento 2005
Gravadora: Orbeat Music
Faixas
1.Martini
2.Raimunda
3.Vacilão
4.Intro Baile
5.Não Aguento Mais
6.Aperitivado
7.Cowboy
8.Merda de Bar
9.Arrastao Do Amor
10.Fubanga
11.Ejaculação Precoce
12.Toda Molhada
13.Quero te Levar
14.Patife
15.Dusmeu
16.Melô do Analfabeto
17.Detetive
18.Martini
19.Final Baile
20.Toda Molhada (Praia Mix)
Aproveite Agora!
Ano de lançamento 2003
Gravadora: Orbeat Music
Faixas
1.Me Faz Bem
2.Carburou
3.Fubanga
4.Gozafone
5.Dusmeu
6.Segredo
7.Aperiticado
8.Agonize
9.Banheiro
10.Jimi
11.Fidelidade
12.Tábua
Maicou Douglas Syndrome
Ano de lançamento 2001
Gravadora: Sony Music
Faixas
1.Cowboy
2.Ah! Eu Tou Sem Erva
3.Patife
4.Não Aguento Mais
5.Amazônia X Colômbia
6.Chutá O Balde
7.Arrastao Do Amor
8.M D Syndrome
9.Ejaculação Precoce
10.Fazê A Cabeça
11.Primo Morango